Artista do Amapá lança 3º álbum no estilo pop amazônico: ‘Bonito na vida é se apaixonar’
Artista do Amapá lança 3º álbum no estilo pop amazônico: ‘Bonito na vida é se apaixonar’ Em seu terceiro álbum solo, o cantor amapaense Jhimmy Feiche...
Artista do Amapá lança 3º álbum no estilo pop amazônico: ‘Bonito na vida é se apaixonar’ Em seu terceiro álbum solo, o cantor amapaense Jhimmy Feiches mistura o pop com a batida tradicional do Marabaixo para falar sobre as diferentes formas de amor. O trabalho, segundo o artista, é uma espécie de reestreia no gênero e uma aposta para alcançar o cenário nacional. O disco “Bonito na vida é se apaixonar” reúne sete faixas, lançadas em blocos desde dezembro. Nesta sexta-feira (23), foram divulgadas as últimas três músicas. O álbum já está disponível nas principais plataformas de áudio. ✅ Clique aqui para seguir o canal do g1 AP no WhatsApp As novas canções “Bonito na Vida é Se Apaixonar”, “Duas Rodas” e “Me Engana”, encerram o ciclo que explora as múltiplas faces do amor propostas pelo cantor. 🎵 Ouça agora LEIA MAIS: AP é único estado da Amazônia Legal sem desmatamento acima de 50 hectares nos últimos 3 anos Alcione lança medley inspirado no batuque do Marabaixo do Amapá; OUÇA Amor como essência O álbum não representa uma ruptura com a trajetória de Jhimmy, mas revela uma nova faceta: enxergar o amor em suas diversas formas. É um lirismo que fala de amar e ser amado, mas também das casualidades que o sentimento traz para a vida. Mesmo diante de incertezas, idas e despedidas, o artista reforça que se apaixonar continua sendo parte essencial da existência. A natureza aparece de forma simbólica no disco, traduzindo os ciclos emocionais que atravessam essas experiências. Para Jhimmy, o novo álbum carrega não apenas musicalidade, mas também um contexto íntimo. É o reflexo de uma nova fase. “Esse álbum é diferente de tudo que já fiz. Ele nasceu do encerramento de ciclos e do desconforto de não saber para onde seguir. A partir desse lugar, comecei a refletir sobre o ponto inicial, aquele em que a vida volta a ter brilho, que é quando nos apaixonamos. Se apaixonar é voltar a viver sem precisar pensar demais. No fim, esse disco fala, principalmente, sobre o sentimento que vivi ao encontrar as pessoas da minha vida”, comentou o cantor. Jhimmy Feiches, cantor amapaense Bpmcom/Divulgação Produção e colaborações O projeto foi desenvolvido com produtores do Rio de Janeiro, que também participaram da composição de algumas faixas. Foram cerca de três meses até chegar ao resultado final. “Cada música tem um sentimento diferente, uma ideia diferente, uma experiência que tive quando a idealizei. Espero que as pessoas se identifiquem com essas possibilidades de paixões”, destacou Jhimmy. Trabalhar com produtores de renome nacional foi uma novidade para o artista. Ele lembra que seus primeiros álbuns demoraram anos para ficar prontos, já que fazia todo o processo sozinho. Segundo Jhimmy, essa produção marca um desapego aos métodos antigos e abre espaço para colaborações. “Isso faz parte da minha maturidade artística, de entender que, com o meu trabalho, vou conseguir agregar cada vez mais pessoas para construir comigo”, disse. Pop amazônico Uma das preocupações do cantor era manter a identidade do pop amazônico já consolidada em sua carreira. “Houve a preocupação de como fazer um pop mais universal sem perder a identidade do Amapá. Conseguimos chegar a um modelo muito bom. Quando ouvimos o álbum, percebemos que o Amapá está inserido nos detalhes”, descreveu. Jhimmy une a força dos ritmos amazônicos à liberdade do pop para cantar identidade, brasilidade e pertencimento LGBTQIA+. Ele começou na música aos 15 anos, influenciado por um professor de teatro. Entre suas inspirações estão Michael Jackson e, no Amapá, nomes como Patrícia Bastos, Zé Miguel e Joãozinho Gomes, que também foram seus parceiros musicais. Em 2021, lançou o álbum “Dentro D’água a Gente Não Chora”. Jhimmy Feiches, cantor amapaense Bpmcom/Divulgação Veja o plantão de últimas notícias do g1 Amapá VÍDEOS com as notícias do Amapá: